quinta-feira, 22 de dezembro de 2011

Revirando arquivos

Alô rapaziada.

Passamos para avisar que estamos vivos!
Apesar do tempo sem escrever, continuamos com nosso projeto sobre o livro.
Hoje, revirando os arquivos, encontramos muitas imagens legais.
Entre elas, essa aí abaixo: o Stress Boy em pleno combate no palco, contra André Balaio!




Bons sons!

terça-feira, 3 de maio de 2011

Pesquisas

Fala gente!

Antes do primeiro encontro com os caras, como citei no post anterior, andei pesquisando alguns livros. Alguns já tinha lido, outros vou precisar pra dar uma geral sobre a épooca em que os Francis fizeram (pra mim ainda fazem). Entre os livros, peguei um muito bom. "Do Frevo ao Manguebeat", do jornalista e escritor José Teles (Editora 34,SP, 2000) me trouxe exatamente o que eu precisava para voltar ao clima da época.

Na verdade, esse livro deveria ser obrigatório principalmente os que gostam de música. Ele dá um mergulho na história da música pernambucana, começando lá na década de 50, passando pela fábrica de discos Rozemblit; mostrando o aparecimento do frevo, da música udrigrudi dos anos 70, do marasmo dos 80 e a chegada do hardcore. Até o fenômeno Chico Science e Nação Zumbi e seus "derivados".

Durante nossas pesquisas, vou citar aqui, com o andar da carruagem, algumas sugestões de livros, discos, shows, enfim, tudo que acontece e aconteceu em Pernambuco no que se refere a música.

É isso aí. Temos muitas pesquisas pela frente. O negócio é deixar rolar, não ficar ansioso (difícil isso pra mim) e continuar o caminho, sempre em frente. Fazer com amor e acreditar no projeto.

Câmbio e desligo.

segunda-feira, 2 de maio de 2011

Primeiros encontros

Fala gente! Bati um papo rápido com André "Balaio", vocalista, frontman e um dos fundadores da Paulo Francis Vai Pro Céu. Vamos ter os primeiros contato para o projeto da biografia na quarta-feira,04. A idéia é bater um papo sobre os pontos mais curiosos sobre a banda, o início e algumas passagens importantes. Não é a primeira entrevista propriamente dita, mas sim um primeiro contato. A facilidade de tratar com o livro é que o autor, esse que vos fala, já conhece os meninos. Até porque, como diria a jornalista Roberta Rêgo, "Recife é uma cidade de muro baixo..." Pois é. Meus contatos são principalmente com Gustavo "Roubada", o baterista da PFVPC, o próprio Humberto Santos, o "Gordo", que hoje em dia não tem nada ligando o codinome com a pessoa. Depois vocês vão entender; além do próprio André Balaio. Bom, sobre a banda...a gente explica quem são e a responsa de ser um Francis...ehehe. Inté.